Case de Sucesso: Veja como foi aplicado ImperFIM no IF-SUL

Em Junho de 2014, mais de 1.600 m² de lajes de cobertura foram impermeabilizados com o sistema ImperFIM, no prédio da Reitoria do Instituto Federal Sul Riograndense em Pelotas/RS.

Por ser uma obra pública foi especificado impermeabilizar com telhado, mas o cliente estava à procura de um tipo de impermeabilização alternativo ao telhado e a manta asfáltica. Pois o telhado é o sistema que mais lhe causa patologias e já havia trabalhado com manta asfáltica sem resultados satisfatórios. Além disso, há um decreto do governo que proíbe o uso de telhas com amianto, então estavam a procura de outro tipo de impermeabilização.

Primeiro, foi feita uma pré impermeabilização para liberar o trânsito dos instaladores dos elementos da fachada. Depois de alguns meses, terminados os trabalhos de fachada, foi feita a impermeabilização definitiva, com o consumo aproximado de 1Kg de Impermeabilizante ImperFIM por m². Áreas de fissuras e juntas de dilatação foram tratadas com Impermeabilizante ImperFIM e Tela de Reforço.

A impermeabilização foi concluída em novembro de 2014. Em janeiro de 2015 foi feita uma pintura refletiva branca como acabamento.

Em junho de 2018, 4 anos depois da primeira aplicação, nossa equipe voltou ao local para uma inspeção. Fomos recebidos pela Diretoria de Projetos e Obras, onde o diretor da D.P.O, o Eng. Francisco Carlos Plá, nos falou sobre sua opinião e nos contou o que aconteceu nestes 4 anos. Assista no vídeo a seguir:

Carta aberta a todos os Projetistas

 

 

Há alguns dias atrás estive visitando um cliente, e tive acesso ao telhado. O que eu vi lá me fez refletir sobre algumas coisas, e é por isso que estou fazendo este chamado. Então, se você tem ou já teve problemas com um telhado, me dá um pouquinho da tua atenção.

Na imagem acima, por exemplo, temos um telhado novo. Feito dentro das especificações técnicas, com bom caimento, bons arremates. É um telhado estanque? Tem tudo pra ser. Além disso o telhado é um tipo de impermeabilização usado há milhares de anos.

Porém, você vai concordar que, nas últimas décadas a tecnologia e as facilidades que os prédios oferecem aos seus moradores, trouxeram muita gente para cima dos telhados. Vieram os instaladores de antenas; instaladores de cabos de internet; instaladores de ar condicionado…sem contar o pessoal da própria manutenção do telhado. E estes telhados com calhas, rufos, cumeeiras, transpasses e parafusos, não são adequados para este trânsito todo.

O que vai acontecer ali em cima nos próximos anos? Consegue imaginar? Durante muitos anos eu fiz manutenção de telhados, e sei que pode acontecer de alguém vir instalar uma antena, pisar mal na telha e trincar. Na limpeza semestral dos reservatórios, alguém pisa na calha metálica e a desloca da parede. Ou pisa na telha junto a parede e solta o arremate metálico. E já começam os transtornos para os moradores do ultimo pavimento.

Não precisa imaginar, a prova está no telhado do prédio vizinho.

Se você reparar, o que tem ali? Um telhado do mesmo tipo, todo coberto com manta asfáltica aluminizada. Os moradores deste prédio vizinho gastaram muito em tentativas localizadas até cobrir tudo. Isso foi assunto de muitas reuniões de condomínio. Sem falar no stress entre os moradores, pois quem mora nos primeiros andares não tem goteiras, e tem outras prioridades de investimento no prédio.

Agora vamos ao que interessa: qual é o custo disso tudo? Podemos somar: custo inicial do telhado original com toda a sua estrutura; várias tentativas de reparo mal sucedidas; e por fim outra impermeabilização com manta asfáltica, que é um custo igual ou até maior que o telhado inicial. Infelizmente, o telhado vizinho é o futuro deste telhado novo.

Agora vamos refletir: e se essas lajes tivessem recebido uma impermeabilização diferente do telhado lá no início, na sua construção? Será que tudo isso seria evitado? Estas áreas não poderiam ter outro uso, como um terraço ou uma área verde? No mínimo uma área de refugio em caso de sinistro, algo que ninguém gosta de falar, mas é bem real. Porque em caso de incêndio, por exemplo, um telhado não suporta muita gente.

Por isso que eu convido todos os envolvidos em projetos a pensar comigo nestas questões sérias, que estão acontecendo aí, estão acontecendo aqui perto, como falei. Por favor, contem suas histórias, comentem, critiquem, para que possamos levar este assunto a diante.

 

Atenciosamente,

José A. Souza